30 de jun. de 2011

Participe da Feijoada da MiUni: adquira já seu cartão!

O mês de julho já está batendo à porta e, com ele, a super Feijoada da MiUni. Uma bela opção para esquentar dias frios como os que estão marcando presença por aqui, hein?!

Por isso, reforçamos o convite para que você participe conosco. Por apenas R$ 15 você usufrui livremente de uma deliciosa feijoada com acompanhamentos. Além disso, é claro, aproveita momentos de confraternização com muita gente bonita! :)

Os cartões estão sendo vendidos por participantes da MiUni e também na secretaria da Paróquia São Mateus (Av. Santos Dumont, 324). Se surgir qualquer dúvida ou houver alguma dificuldade em adquirir o seu cartão, não vacile: envie um e-mail para miuni.jlle@gmail.com e a gente resolve. O que não dá é para perder! 

Apareça, traga sua família, seus amigos... Garantimos que você vai gostar!

Lembrando que crianças até 5 anos não pagam e, de 5 a 10 anos, pagam apenas metade do valor.

É dia 9 de julho, na Paróquia São Mateus, das 11h30 às 14h30.
Participe!

9 de jun. de 2011

Feijoada da MiUni

Tá na mesa, pessoal!

Ou melhor, quase.
Por isso, não percam tempo: programem-se e participem da super
Feijoada da MiUni!


6 de jun. de 2011

Cinema: entretenimento + sustentabilidade

Para comemorar a Semana Mundial do Meio Ambiente, a revista Superinteressante selecionou alguns filmes relacionados à sustentabilidade. Aos cinéfilos de plantão, aí vão algumas dicas:














A Enseada [The Cove]
Premiado em vários festivais de cinema pelo mundo e vencedor do Oscar 2010 como Melhor Documentário, o filme denuncia a matança de golfinhos na costa do Japão com imagens e dados que chocam. A maior parte é filmada na cidade de Taiji, onde a equipe enfrenta todos os tipos de perseguições e proibições para fazer imagens e coletar informações sobre o assunto - trailer


Alimentos S.A [Food, Inc.]
“O tomate não é mais um tomate, é um conceito de tomate.” Essa é uma das muitas passagens do filme Food, Inc que tenta desconstruir a imagem que temos (ou que não temos) sobre os alimentos que consumimos. A cadeia de produção, as viagens que os alimentos fazem ao redor do mundo até chegar ao prato dos consumidores, as patentes de sementes, os alimentos transgênicos, o sistema alimentar industrial, as condições de trabalho nas fábricas e os mecanismos da indústria e de preços são alguns dos assuntos abordados no filme - trailer

Wall-E
Ruídos eletrônicos são a principal linguagem dos personagens robôs dessa animação que quase não têm diálogos convencionais. Depois que a Terra ficou inabitável, os seres humanos passaram a viver em uma nave espacial e deixaram robôs fazendo o serviço de limpeza na Terra. Wall-E funciona com energia solar e tem como função principal recolher e compactar lixo. De forma lúdica, traz à tona a problemática da geração de resíduos em todos os cantos do planeta – e será que um dia, com tanto lixo, seres humanos não conseguirão mais viver aqui? O filme ganhou o Oscar 2009 como Melhor Animação - trailer

A História das Coisas [The Story of Stuff]
A História das Coisas já foi visto por mais de 7 milhões de pessoas, em 200 países. O projeto é resultado de mais de 10 anos de pesquisa sobre sistemas de produção de bens de consumo feita pela ativista ambiental Annie Leonard. Ela viajou por cerca de 40 países para entender a nossa lógica de consumo, que vai desde a extração de matérias-primas até o descarte. Annie se disse motivada a entender “um sistema baseado na destruição dos recursos naturais e na geração de lixo” e, no vídeo, passa as informações de forma bastante didática. A História das Coisas dura pouco mais de 20 minutos e está disponível na internet:



Para ver a seleção completa de filmes, clique aqui.

26 de mai. de 2011

O Presbítero Kiga

O texto abaixo foi escrito pelo P. Renato Becker e publicado originalmente no portal Luteranos. Vale a pena a leitura e a descoberta de que "o que vale mesmo são os relacionamentos".

O Knyga Boek e eu somos amigos desde infância. Estudamos juntos no Colégio Mauá lá pelos idos de 1966. Esses dias eu fui tomar um café no Jerke, na nossa Rua João Collin. Surpresa! O “Kiga”, como o chamávamos estava ali, sentado à mesa, comendo uma empadinha recheada de palmito e camarão. Fui logo quebrando sua solidão:

- Grande Kiga!

O meu amigo me olhou de lado, reformatou seus pensamentos e logo se levantou para me dar um abraço. Tinham-se passado quarenta e cinco anos. Nossos cabelos tinham embranquecido; nossos cérebros tinham evoluído, mas a nossa amizade se mostrava igual à dos anos sessenta.

- Muitas vezes lembrei-me de ti amigão. Outro dia descobri no Google que estás pastor. Não tinha me dado conta que pastoreavas uma Igreja aqui em Joinville. É da nossa IECLB? Ih rapaz! Acho que vais gostar de saber: Sou presbítero lá na nossa cidade.

- Uaauuu... Veja como são as coisas. Presbítero da Igreja do nosso querido pastor Werner... Que bom ouvir isso Kiga. Fale-me mais de você...

- Hoje sou representante comercial. Estou quase me aposentando. Vim até esta cidade industriaria para comprar material hidráulico e com isso abastecer a minha loja. Meus filhos já tomam conta da mesma lá em Santa Cruz do Sul. Casei com a Nilce. Lembra dela?

- Mas claro que sim. Era aquela menina moreninha que sentava bem na frente do “seu Bender”, o dono daquela DKW cinza.

- Isso mesmo! Mas e tu Renato? Como vai a vida por aqui?

- Amigo velho! Às vezes carrego a impressão que não vou mais conseguir respirar no meio desta “correnteza”.

- Tá todo mundo correndo Renato. Uns têm prazer em fazer o que fazem; outros dão “duro” porque precisam do emprego para sustentar suas vidas; muitos dão de si porque querem ajudar a construir uma sociedade mais justa. Já tu e eu fazemos as coisas que fazemos sempre pensando em estar servindo ao nosso Criador. Te confesso que agora, dizendo o que eu disse, fiquei com saudades do saudoso pastor Rempel.

- É! O pastor Benno Rempel era um pastor legal. Rapaz! Ele me ajudou muito. Sabias que o filho dele, o Carlos, é ligado aos esportes na cidade de Santa Maria. Jogava vôlei como ninguém...

- Claro que eu lembro. Mas Renato, você sabe isso melhor do que eu: A Bíblia diz que “o nosso trabalho nunca é vão”.

- Sei disso Kiga... Mas se a gente olha em volta, logo percebe que são muitas as pessoas que se queixam de que todo o seu esforço sempre acaba dando em nada. Vai daí estas mesmas pessoas se sentem inúteis e entram em depressão.

- Isso também acontece dentro da Igreja... Olha! Eu já experimentei desânimo lá na Comunidade da nossa terrinha. Às vezes esta falta de vontade se mostra como uma verdadeira “assassina” da minha disposição; da minha esperança; da minha alegria. Nestas horas eu perco a vontade de me engajar nos projetos de vida que se mostram do meu lado. Sério! Muitas vezes fico com vontade de “jogar a toalha” porque nada dá certo e ou porque me sinto “sugado” pelos que esperam algo de mim.

- Oh Kiga! Foi você mesmo que lembrou a palavra do apóstolo Paulo: “No Senhor o nosso trabalho não é vão!” (1 Coríntios 15.58). Se o teu falar; o teu pensar e o teu agir estiverem focados em Deus, então Deus te orienta; te dá forças; te dá resistência.

- Eu sei Renato. Deus não me deu “espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação.” (2 Timóteo 1.7 ) e é por isso que posso “fincar o pé”. É ruim esse sentimento que sempre temos que estar produzindo para sermos aceitos pelos outros. Também podemos louvar a Deus com nosso recolhimento.

- Certo Kiga! Mesmo que as nossas atividades sejam cansativas e sem graça; difíceis de serem avaliadas como “produtivas” e aparentemente sem sentido, “no Senhor, nada é em vão”. A bênção de Deus está lá onde se faz as coisas no Seu santo Nome, seja no comércio; seja na indústria; seja na Igreja.

- Pastor Renato! Agora preciso ir. Quando visitares tua mãe, dá um grito e vem lá na nossa casa. Prometo que vou te assar uma boa costela para comemorarmos; festarmos a nossa vida.

Abraçamo-nos longamente. Entrei no carro da Paróquia e fui pra casa. Eu guiei, mas meus pensamentos estavam condensados no fato de que o que vale mesmo são os relacionamentos.

SOS Fauna

Dica do nosso amigo Thiago, o vídeo abaixo foi criado pela agência Media Contacts em parceria com a produtora Fulano Filmes para a ONG SOS Fauna Brasil, organização que atua na defesa e conservação da fauna brasileira.



A ideia foi instalar uma câmera escondida e deixar as pessoas presas dentro do elevador por algum tempo, a fim de mostrar que isso não representa nada comparado aos animais silvestres que passam a vida inteira presos.

E aí, o que achou da ação? O que pensa sobre o assunto?