segunda-feira, 20 de abril de 2009

Mudança de planos pessoal!!

Como alguns já sabem, e informando aos demais, o nosso retiro foitransformado em “Passa-dia”, como já fizemos ano passado.

Será no Sítio da Vó Bia, no domingo dia 26/04, esse agora que estásurgindo no horizonte....

Sairemos da igreja por volta de 11h (segundo os rapazes, após acorrida, hehehe), em carros, e iremos todos juntos para lá. Almoçamos,brincamos, conversamos, etc e tal e teremos um dia agradabilíssimo!Quem tiver bola, cartas, violão, etc, fiqu à vontade para levar.

O valor está sendo fechado, mas nada superior a R$ 20,00/pessoa, poistemos que ratear o aluguel do local e a alimentação...

Maiores informações, cibelpiva@gmail.com ;)

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Retiro 25 e 26/04/09!


O retiro será no final de semana dos dias 25 e 26 de abril próximo, em Florianópolis, na Caieira, no Sul da Ilha. É um lugar, desculpem o jargão, super MARA! Estou postando uma foto que foi tirada dos degraus da varanda... coisa báááásica! e a casa é uma delícia também!

A viagem será feita de carro, dos miuneiros, e um outro levará as
malas, a saída é sábado cedo...

A comida, assim como a gasolina, será rateada entre os participantes. E as comidas de retiro da Miuni, são uma delííícia!

Além do lugar lindo, da comida ótima, do preço básico e da viagem confortável, o tema é dez, o palestrante também! Está imperdível!

Sendo assim, precisamos saber quem vai querer ir, destes que vão, quem
vai de carro, quem precisa carona, e manifestações do tipo!

Nome:
Telefone:
Carona - oferece (qtde) ou precisa?

As inscrições podem ser enviadas para: cibelpiva@gmail.com

NÃO PERCAM!!!!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Cartaz do retiro!

Para pensarmos... texto base da prédica do culto de abertura do semestre...

Cadê você IECLB?

Estou festejando 18 anos de trabalho pastoral junto a estudantes universitários. Tempo excelente onde ainda convivo com um sem-número de jovens que passeiam com cabeças erguidas e brilho nos olhos, entre os espaços abertos do Campus Universitário. Sim, ainda invisto de mim para ouvir as tantas histórias que, quase sempre, são tingidas de lutas vividas em “momentos de deserto”. Lá no horizonte está o futuro a ser buscado, com ou sem o respaldo dos pais. O interessante é que há unanimidade nas palavras que brotam das bocas e dos corpos do povo estudante: os semestres continuam desgastantes e exigentes e quase nunca há um ombro que ampare cabeças cansadas em meio às crises experimentadas. Foi refletindo sobre este tema que imaginei o monólogo abaixo...

E tu, ó IECLB, minha mãe, onde te escondes? Sim, estou te chamando para um diálogo. Esqueces-te de que tens responsabilidade histórica comigo (Pastoral Universitária) no Brasil? Ai que saudades! Tu já foste vanguarda neste Projeto. Olho para ti e percebo que, no momento, tens pouca vontade política e praticamente nenhuma estratégia definida para ir ao encontro dos teus líderes em formação, lá no meio “do areal pensante”. Preocupas-te com crianças, com jovens secundaristas, com senhoras, com casais e com idosos, mas te esqueces de nós, os universitários. Não posso acreditar que estejas cega! Será que não percebes que o contexto em que vives está mudando? Ah sim! Estás te desgastando com Pastorais Escolares e Hospitalares, mas e onde fico eu? Deixei de ser importantes para ti?

Vem, assenta-te aqui. Explica-me porque não queres te envolver comigo. Não percebes que anseio mais do que apenas saborear a pregação da Palavra num Culto Dominical? Não! Não desejo que tu sejas apenas paternalista. Sonho, isto sim, que te envolvas comigo enquanto me dôo no meio estudantil. Porque baixas a tua cabeça? Ainda te lembras de 1955? Faz 54 anos que os pastores Paul Götz e Godofredo Boll iniciaram um trabalho comigo lá em Porto Alegre. Quando eles tiveram suas razões para “largarem a peteca”, apoiaste o pastor Knizer e suas ACA’s (Associação Cristã Acadêmica) que, juntas, formavam as UCB’s (União Cristã Bíblica). Naquela época davas mostras de que tinhas os teus olhos bem abertos.

Recordas dos anos 60? Naquela época te preocupavas com Casas de Estudantes, destinadas a servir de abrigo. Construías as mesmas com dinheiros estrangeiros. Aquele projeto que visava construção de moradas em Pelotas, em Santa Maria, em Porto Alegre e em Curitiba ficou esvaziado com o “andar da carruagem” e sabes por quê? Porque ele só visava mais o espaço físico e nem tanto a pessoa do estudante. Foi por causa dessa decepção que perdestes o interesse em nós? Sim, eu sei que outros obreiros se doaram em favor de mim. Lembro dos pastores Riachard Wangen (1960), Donald Richmann (1968), Arzemiro Hoffmann (1975) e outros seis ou sete que atuaram neste “palco” nos últimos 29 anos. Hei! Porque adormeces justamente nesta hora?

Acorda! Usa o teu poder de influência nas Comunidades, nas Paróquias e nos Sínodos e me ajuda! Ah como eu gostaria de melhor respirar, viver. Será que não percebes que não me encaixo na proposta do Departamento Nacional para Assuntos da Juventude; que meu foco é a Sociedade Secular e a Comunidade Universitária; que fujo do perfil institucionalizado que as Paróquias têm e esperam de suas Pastorais?

Presta atenção mãe! Eu quero me inserir numa Comunidade Local, sim. Quero aprender dela e também ensinar a ela e isto, sempre a partir de uma parceria saudável. Quero conviver com obreiros que se dediquem também a mim. Quero estar representada nos fóruns dos Sínodos e nos órgãos da IECLB. Quero marcar presença no Brasil, a partir da Teologia Luterana e do ecumenismo. Quero ser levada em conta como os outros grupos são. Doa-te pra mim! Ousa investir em mim! Por que não te arriscas um pouco mais comigo?

Teus universitários levam a identidade cristã adquirida em casa, cevada nos momentos de Culto Infantil, articulada nos grupos de JE, para dentro das Universidades. Ali tudo é novo e são muitos os que se perdem naquele emaranhado de novidades. Ora, os teus filhos e as tuas filhas têm tudo para testemunhar bom perfil cristão dentro da futura elite desse nosso país. Já te destes conta que a maioria dos teus jovens já desaprende a arte de pensar; que a vocação da livre reflexão está em crise desde a década de 80? Não vês que esse comportamento precisa ser mudado? Tu sabes melhor do que ninguém que indivíduos pensantes posicionam-se entre o passado e o futuro; têm novas idéias e, por tabela, transformam a família, a comunidade, a Igreja e o mundo. É sério! Tu estás desafiada a repensar a questão da Pastoral Universitária se tiveres interesse em mudança, se não quiseres adormecer na “cama da história” neste início de século 21.

Ô mãe! Olha tuas duas filhinhas em Florianópolis e Joinville: MUNIL e MIUNI. Elas continuam atuantes no contexto brasileiro. É só isso que tu esperas de mim?

2009

2009 já chegou há 92 dias e o blog ressurge!!!


2009 já está bombando na Miuni! Estamos estudando Moisés e as várias possibilidades e facetas para analisarmos ele, sempre com uma discussão ampla e aberta!

O culto de abertura do semestre já aconteceu, no último domingo, com quase cem pessoas, um louvor ótimo e um lanchinho que dispensa comentários maiores! Sem contar na palavra, que anexaremos o texto base nas próximas atualizações!

O retiro, já está marcadíssimo! Dias 25 e 26 de abril na linda e bela Florianópolis, lááááá na ponta sul na Caieira, a mínimos metros do mar, nem calçada tem! Dá pra perder? Um lugar lindo, a Miuni e palestrantes imperdíveis! Fique ligado e vá!

No mais, todos continuam sendo muito bem-vindos nas reuniões da Miuni que continuam ocorrendo todos os domingos às 20:30h na Paróquia São Mateus, nos fundos, na sala da Miuni com aqueles puffes da Puffolândia que só não dão sono porque a discussão é boa e o lanchinho garantido!

E se você quer publicar algo em nosso blog, envie para: miuni.blog@gmail.com

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Miuni no vestibular

Neste domingo, 23, a partir do meio-dia no pórtico da Univille, apresentação acústica da Miuni e entrega de zines... participe!!

16/11/08

Ano I
16 de novembro de 2008 – 20.30h
Reunião da MIUNI
Prédica do Dr. P. Gottfried Brakemeier sobre o tema:
Sacerdócio Real (1 Pedro 2.2-10)

I Texto

2.2 - desejai como meninos recém-nascidos, o puro leite espiritual, a fim de por ele crescerdes para a salvaçăo, 2.3 - se é que já provastes que o Senhor é bom; 2.4 - e, chegando-vos para ele, pedra viva, rejeitada, na verdade, pelos homens, mas, para com Deus eleita e preciosa, 2.5 - vós também, quais pedras vivas, sois edificados como casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo. 2.6 - Por isso, na Escritura se diz: Eis que ponho em Siăo uma principal pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer năo será confundido. 2.7 - E assim para vós, os que credes, é a preciosidade; mas para os descrentes, a pedra que os edificadores rejeitaram, esta foi posta como a principal da esquina, 2.8 - e: Como uma pedra de tropeço e rocha de escândalo; porque tropeçam na palavra, sendo desobedientes; para o que também foram destinados. 2.9 - Mas vós sois a geraçăo eleita, o sacerdócio real, a naçăo santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; 2.10 - vós que outrora nem éreis povo, e agora sois de Deus; vós que năo tínheis alcançado misericórdia, e agora a tendes alcançado.

II Prédica

"Sacerdote é alguém que leva pessoas a Deus." Quem o disse foi o reformador Martim Lutero. Ele inverteu a perspectiva. Pois normalmente se entende que sacerdote traz Deus para perto das pessoas. Ele se veste de uma maneira especial, trabalha no templo, administra o sagrado. Um sacerdote é representante de Deus na terra. Fala em nome de Deus, perdoa em nome de Deus, age em nome de Deus. Na Bíblia nós encontramos muitas passagens que o comprovam, principalmente no Antigo Testamento. Sacerdote é um intermediário entre Deus e o ser humano, é mediador, aproxima Deus de seu povo. Então, por que Lutero mudou a perspectiva e diz ser tarefa de sacerdote não trazer Deus a nós, e, sim, de levar gente a Ele?

Igreja luterana não tem sacerdotes entre seus obreiros. Nós temos pastores e pastoras, diáconos e diáconas, catequistas, missionários e missionárias. Mas sacerdotes? Não. Isto é diferente na Igreja Católica, na Igreja Ortodoxa e ainda outras. Padre é sacerdote, é clérigo, aliás, o único autorizado a celebrar o sacramento da eucaristia. Os leigos não têm a mesma competência. Na antiguidade existiam sacerdotes também em religiões pagãs. Em parte, isto ainda hoje é assim. Aparentemente as religiões necessitam de pessoas especialmente encarregadas e legitimadas a fazer a ponte entre Deus e o ser humano. Sacerdotes são pessoas que por essa razão são chamadas de "pontífices". Constroem "pontes" entre o céu e a terra, entre Deus e sua criatura, entre o sagrado e o profano. Com isso desempenham função importante, importantíssima. Se, porém, assim é, por que nós luteranos não temos sacerdotes? Estamos errados em nossa posição?

Ora, nós também conhecemos sacerdotes, sim. É incorreto dizer que os desconhecemos. Eu até arrisco a dizer: Em igreja luterana, sacerdotes são mais importantes do que em muitas outras igrejas. Certo é que não aplicamos esse título a nenhum ministério na Igreja. Mas isto justamente porque afirmamos que todos os fiéis são sacerdotes. Quem foi batizado é sacerdote de Deus, foi chamado para pertencer ao povo santo, a uma "raça escolhida", a um sacerdócio real. É exatamente isto o que diz o texto para a prédica de hoje. "Vocês são sacerdotes do Rei", escreve o apóstolo Pedro nesta carta. Vocês foram chamados da escuridão para a maravilhosa luz de Deus. Vocês são povo de propriedade exclusiva de Deus, já não pertencem a nenhum outro senhor nem andam órfãos ou abandonados neste mundo. Nas igrejas luteranas falamos do “sacerdócio geral de todos os crentes”. Atribuímos o sacerdócio não a um grupo seleto de pessoas, e, sim, a todas as pessoas cristãs. Não o transformamos num "ministério específico" por entendermos que a comunidade em seu todo está encarregada de funções sacerdotais. Um dos grandes pilares dessa convicção, embora de modo algum o único, é o texto da prédica de hoje.

Talvez compreendamos agora a interpretação de Lutero. Eu repito: É função de sacerdote, diz ele, levar outras pessoas a Deus. E de fato. É somente isto o que conseguimos fazer. Nós não somos representantes de Deus na terra. Não somos seus substitutos. E se nos comportarmos como divindades, nós nos tornamos ridículos. Nós somos gente falha, carregamos nossa culpa, lutamos com as nossas limitações. Não! Foi um só quem encarnou Deus nesta terra, Jesus Cristo. Este sim, trouxe Deus ao mundo, revelou o Pai que está nos céus, falou e agiu como Filho de Deus. Jesus Cristo, sim, foi o sumo sacerdote. Na pessoa dele Deus mesmo veio ao mundo para nos procurar e salvar. Mas nós não somos Jesus Cristo. Seria arrogância querer ocupar o espaço dele. Nós devemos satisfazer-nos com a função que Lutero atribui ao “sacerdócio” real” dos crentes, a saber, levar gente a Deus.

E se tivermos feito isso, teremos feito uma grande obra. Pois teremos levado gente a Jesus Cristo. É este o melhor serviço que podemos prestar aos nossos filhos, aos vizinhos, aos nossos concidadãos, ao nosso próximo. Nós não salvamos ninguém. Mas nós sabemos onde encontrar a salvação. Ela está em Jesus Cristo. Também disto nos fala este texto. Embora não use o termo "sumo sacerdote" que vamos encontrar na carta aos hebreus, ele apregoa Cristo como "pedra angular" da construção de Deus, da igreja, da comunhão dos santos. Deus constrói a sua comunidade neste mundo. E ele o faz usando Jesus Cristo como pedra que segura todo o edifício. É uma figura, uma parábola, mas todo o mundo entende o que ela quer dizer.

Essa pedra, é verdade, foi rejeitada. Jesus Cristo sofreu a cruz. Ele parecia ser impróprio como salvador. Sua fraqueza, seu amor, sua disposição para perdoar escandalizavam as pessoas. Queriam um outro messias, mais poderoso, mais violento, um verdadeiro herói. Assim acontece ainda hoje. Há pessoas que se decepcionam com Jesus Cristo e que tropeçam sobre esta pedra. Mas Deus escolheu justamente o Jesus crucificado para construir a sua comunidade no mundo. Se vocês querem conhecer Deus, vejam a história de Jesus, o que ele fez, o que ele disse, o que ele sofreu. A pedra que os construtores rejeitaram, esta veio a ser a pedra principal.

Prezadas irmãs e irmãos! Nós somos "comunidade de Jesus Cristo". Justamente como igreja luterana nós o somos. Nosso sacerdote é ele, Jesus. Ele fez a ponte entre Deus e nós. Por isto não precisamos de outros sacerdotes além dele. Foi ele quem nos reconciliou com Deus, que trouxe o perdão de nossa culpa, a promessa de vida apesar da morte. De que nós precisamos, isto sim, é gente que faz conhecida essa fonte de vida, que leva pessoas a conhecer Jesus Cristo, que dá testemunho a seu respeito. E aí nós todos estamos sendo desafiados. Vamos colocar em prática o “sacerdócio geral de todos os crentes”. Isto significa: Todo cristão, toda cristã, todo membro da comunidade, toda pessoa batizada é um sacerdote. Ou será antipático esse convite? Como é que vamos desincumbir-nos da função?

Eu acho que a tarefa é muito simples. Não precisamos fazer curso nem passar por um treinamento especial. Basta levar a sério a nossa fé. Mais uma vez eu recorro ao texto da prédica de hoje. Ele fala em "pedras vivas" que Deus usa na construção de seu templo espiritual. Ser sacerdote de Deus é ser pedra não morta, e, sim, viva o que é sinônimo de pessoas que vivem a sua fé. Somos encorajados a orar com nossos filhos, a ler a Bíblia, a louvar a Deus e a agradecer-lhe os benefícios. E digo mais: Ser sacerdote significa fazer uma diferença na sociedade. Creio que pessoa cristã, mais do que qualquer outra,
deve mostrar inconformidade com os crimes, com a corrupção, com o mal que nos aflige. Temos muita necessidade de tais pessoas. E são estes os "sacrifícios" que Deus espera de nós. O apóstolo Paulo disse na carta aos

romanos: "Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê." Assim também nós. Somos chamados a nos orgulhar do evangelho, não escondendo o nosso credo. “Sacerdócio” geral de todos os crentes” é isto: Uma comunidade de cristãos e de cristãs convictos, atuantes, levando gente a Jesus Cristo.

Pois é, eu sonho com tal comunidade. Sei que ficamos em débito com o que deveríamos ser. Assustam-me os termos honrosos que o apóstolo Pedro aplica ao povo de Deus: "Raça eleita", "nação completamente dedicada a Deus", ou seja, "nação santa", “sacerdócio real”. Ainda não somos o que deveríamos ser. Continuamos dependendo do perdão de nossos pecados. Por isto precisamos da permanente lembrança do evangelho, da misericórdia de Deus, da qual vivemos. É a razão porque temos oficiantes em nossos cultos, pastores como eu ou outros obreiros que anunciam a palavra e administram os sacramentos. Eles usam uma veste talar. De certa forma desempenham também eles funções sacerdotais, embora não sejam portadores do título. Têm a obrigação de falar em nome de Deus. Os obreiros e as obreiras da IECLB atuam por mandato divino. É isto o que diz o talar. Mesmo assim, o sacerdote por excelência é e permanece sendo Jesus Cristo. Também como pastor, no fundo, não tenho outra tarefa senão a de levar gente a ele.

Eu sou grato a Deus que ele usa pessoas imperfeitas para construir seu reino. Creio não dizer nada demais, se afirmo que não somos comunidade perfeita. Até sofremos sob nossos problemas. Mas isto não anula a nossa vocação. Então, sejamos sacerdotes nos lugares de nossa atuação, na família, na profissão,no lazer, seja onde for. Vamos levar um pouco de luz para as trevas, um pouco de alegria para as tristezas, um pouco de esperança para o desânimo. Sejamos exemplos de pessoas algo diferentes, críticas em nosso mundo sem deixar de serem construtivas. A sociedade brasileira vai ser grata por gente assim. Será sal da terra, luz do mundo, bem assim como Jesus quer. É para isto que o texto da pregação de hoje nos quer animar. Permaneçamos humildes e, no entanto, decididos no exercício da função de que Deus nos encarrega. Que Ele nos ajude. Amém!

Vamos debater sobre o assunto?

1. Como você se sente sabendo que é um sacerdote, uma sacerdotisa?
2. O que eu aprendi com este texto, com esta prédica?