07/12/2011

Encerramento da MiUni

Confira um pouquinho do que foi o encerramento da MiUni, no dia 3 de dezembro, nas palavras da ex-coordenadora Irma:

"O último sábado amanheceu com um tempo feinho e desanimado, mas o almoço de encerramento da MiUni saiu conforme o programado! Nós nos encontramos às 11h30 no pátio da igreja e de lá seguimos para pegar a balsa na Vigoreli. Demos sorte! Fomos os últimos quatro carros a subir na balsa que zarpou em seguida!

Mesmo com a chuvinha que pegamos a caminho da balsa, por lá o tempo já se mostrava diferente. O vento era bom e aos poucos foi mandando embora todas as nuvens! Nós nos fartamos com frutos do mar deliciosos em um dos restaurantes da vila! E, claro, como não podia deixar de ser, voltamos de lá com histórias para contar! O Luciano e o Ricardo que o digam!!! Heheheh!

Amizades inesquecíveis foram feitas! Desde a super garçonete com atendimento exemplar que conquistou o Luciano, até os espetinhos à grega que deixaram saudades em todos! Não é mesmo Ricardo? 

Ainda fomos privilegiados com uma torta prestígio para comemorar o aníver do Fischer. Delícia mesmo!!!

Passeamos um bocado, pegamos aquele bronze de marca de camiseta e de óculos e de lembrancinha, trouxemos algumas picadas de mosquitos/borrachudos enquanto esperávamos a balsa para voltar!

O passeio foi muito legal! O lugar é lindo! Fizemos fotos e saímos de lá com aquele gostinho de “um dia eu volto!”. E quem não foi... perdeu! Sentimos a falta de vocês!

Mas agora as atividades da MiUni para 2011 se encerraram. Em 2012, quem puxa à frente é a Fernanda e, com ela, todos nós estaremos juntos, remando firmes para levar o projeto da MiUni adiante!"

Agora, algumas fotos desse dia que, como todos puderam perceber, foi realmente super bacana:

















13/11/2011

Tema e lema da IECLB - 2012!

Texto escrito pelo P. Renato Luiz Becker - http://renatobecker.blogspot.com



O tema e o lema da nossa querida IECLB para 2012 será “Comunidade jovem - Igreja viva - Antes que eu te formasse no ventre, te conheci” (Jeremias 1.5a). Escrevi um pequeno texto para cooperar nesta reflexão... Convido à leitura. Ele é o começo de uma reflexão que, seguramente, vai nos envolver!

Sim, foi um bem-te-vi que me acordou. Da janela, vi o pássaro de ventre amarelo vocalizando o meu amanhecer. Tomar café na confeitaria da “vila”, por que não? Surpresa! A Aline e o Henrique também estavam lá. Fiz o meu pedido à atendente e sentei-me ao lado deles.

- Olá pessoal!
- Oi Pastor! Lemos a sua coluna no jornal – disse a Aline.
- Algum detalhe chamou a atenção de vocês?
- Aqui, olhe Pastor: A IECLB já depende e ainda vai depender muito mais dos jovens que se achegam para trilhar os caminhos de fé.
- Grande Henrique! A base da nossa Igreja é a fé em Jesus Cristo. Nele experimentamos o perdão dos pecados, a vida abundante. Crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, todos estão convidados a terem acesso à proposta de paz, amor e perdão que vem de Deus.
- Em um dos nossos encontros da Juventude Evangélica, a Aline também já se referiu à nossa Igreja como “viva”, aberta a todos.
- Bom, Henrique, a nossa Igreja é “vibrante” porque tem a Bíblia como fonte, como norma para a vida. Alicerçados nesta verdade abrimos os nossos ouvidos para os recados que a Palavra de Deus traz.
- A Bíblia é “fonte”, é “norma” para a vida. Uaaau!
- É Aline! Quem lê a Palavra de Deus com responsabilidade, desenvolve vida espiritual sadia, cresce em amor pelos outros, encorpa o louvor a Deus. Sim, cabe-nos continuar oportunizando a fé às próximas gerações.
- Estamos nessa, Pastor! A Aline e eu também sonhamos com uma Igreja que se renova enquanto caminha.
- Sei disso! Vocês, como eu, articulam o fortalecimento da IECLB dentro dos grupos em que participam. Ah! Parabéns pelo debate que organizaram no “campus” universitário.
- Que debate! Amei a fala do palestrante: O amor vê o sofrimento dos outros. A Igreja é o lugar onde as pessoas, em meio às suas crises, encontram apoio...
- Certo, Aline! Dialogar sobre os problemas que machucam os fracos, dar timbre de voz aos que não têm – essa é a nossa tarefa!
- Gente! Preciso ir. A gente se vê e se fala.

Fui para casa motivado por bons pensamentos. Aqueles jovens dariam seguimento ao Projeto do amor de Deus, à Igreja – isso era mais do que certo.

Tal como eles, o jovem Jeremias também teve perspectivas de fazer carreira na cidade grande. Quando Deus o convocou para passar uma mensagem mais densa aos povos, Jeremias não se mostrou muito disposto a mudar o rumo da sua vida e disse: “Eu não sei falar. Sou muito jovem!”.

Deus percebe “temor de mudanças” no futuro profeta e diz: “Jeremias! Fica tranquilo. Eu já penso em ti antes do teu nascimento. Não presta atenção nos teus mil medos. Quero que te does ao mundo em prol de “mais vida”. Jeremias ouviu, refletiu e fez a boa opção. Não se fixou no que não sabia fazer, nas críticas que poderia vir a sofrer, mas ousou confiar o “momento novo” a Deus. Agindo assim, não se solidificou, mas se moveu com liberdade, fazendo história.

Já em casa, escrevi um e-mail: Olá Aline! Olá Henrique! A IECLB conta com pessoas para construir um futuro melhor para o nosso mundo. Vocês têm o perfil da “profetisa” e do “profeta” moderno. Idade e cultura não importam. Se Deus chama, o que vale é a fé, o desejo ardente por mudanças. Essas só acontecerão se movermos as nossas mãos a partir de clara reflexão. Topam o desafio? Acomodei-me na cadeira giratória e dei “enter”. Não demorou e o Henrique entrou na rede:

- Oi! O que eu faço para ser profeta?
- Opa! Um “profeta moderno” tem a tarefa de acabar com os preconceitos, destruir o ódio, construir “pontes” e plantar amor, por exemplo.
- Como faço isso?
- Se você fosse menino, convidaria o seu vizinho mais pobre para brincar. Se fosse parente da pessoa que, depois da briga por causa da herança, decidiu não trocar mais uma palavra que seja com os seus familiares, escreveria um cartão de aniversário. Se percebesse vizinhos recém-chegados, os convidaria para uma xícara de chá. Se fosse pai, doaria tempo e levaria os seus filhos a sério. É isso aí!
- Interessante! Podemos falar mais tarde?
- Beleza!

A vida seguia em frente. Lá longe, o bem-te-vi ainda cantava: Bem-te-vi!

04/11/2011

CiUni Show apresenta O Nome da Rosa

Sábado, 5 de novembro, é dia de mais uma super sessão do CiUni Show. Desta vez, o filme é "O Nome da Rosa" e começa a ser exibido às 20h. Não perca!

Saiba um pouco sobre o filme:

Em 1327, William de Baskerville, um monge franciscano, e Adso von Melk, um noviço que o acompanha, chegam a um remoto mosteiro no norte da Itália. William pretende participar de um conclave para decidir se a Igreja deve doar parte de suas riquezas, mas a atenção é desviada por vários assassinatos que acontecem no mosteiro. O monge franciscano começa a investigar o caso e, antes que conclua as investigações, chega ao local  Bernardo Gui, o Grão-Inquisidor, pronto para torturar qualquer suspeito de heresia que tenha cometido assassinatos. Considerando que não gosta de William, ele é inclinado a colocá-lo no topo da lista dos que são diabolicamente influenciados. Esta batalha, junto com uma guerra ideológica entre franciscanos e dominicanos, é travada enquanto o motivo dos assassinatos é lentamente solucionado.

06/10/2011

"A única maneira de fazer um excelente trabalho, é amar o que você faz…

…Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue."

Na noite de ontem, 5 de outubro, a Apple anunciou a morte de Steve Jobs, ícone da indústria da tecnologia, criador de produtos como os computadores Mac, o celular iPhone e o tablet iPad. Cofundador da Apple e principal responsável pelo sucesso da companhia, Jobs tinha 56 anos. 

Não vou estender o assunto. Muito já está sendo comentado, compartilhado, lembrado… Vou apenas reproduzir um vídeo do discurso feito por Jobs para a turma de formandos da Universidade de Standford em julho de 2005. Curiosamente, ele nunca se formou, porém, contou para a plateia um pouco sobre sua relação pouco peculiar com a educação formal, dando um banho de sabedoria.

Vale a pena assistir:


04/10/2011

Hotel Ruanda

No último sábado, dia 1º de outubro, assistimos "Hotel Ruanda", no CiUni Show. Um ótimo filme, que suscitou boas discussões. Para quem não pôde participar desta sessão, fica a dica:


Vale a pena também saber um pouquinho mais sobre o assunto tratado no filme:

A história se passa em Kigali, capital da Ruanda em 1994, no que ficou conhecido por Genocídio de Ruanda. Paul Rusesabagina (Don Cheadle) é gerente do Hotel des Mille Collines, propriedade da empresa belga Sabena. Relata um período de aumento da tensão entre a maioria hutu e a minoria tutsi, duas etnias de um mesmo povo que ninguém sabe diferenciar uma da outra a não ser pelos documentos.

Tudo começa quando o presidente de Ruanda morre em um atentado após assinar um acordo de paz. Imediatamente os hutus creditam o crime aos guerrilheiros tutsis, dando início ao genocídio de tutsis e hutus moderados.

Neste instante, Paul tenta proteger sua família, mas com iminente massacre generalizado, compra favores para proteger seus vizinhos que haviam pedido abrigo em sua casa na primeira noite de atrocidades.
Com a continuidade da tensão e mortes de governantes, os turistas partem enquanto que no hotel, aumentam a quantidade de vítimas que procuram abrigo e proteção (forças do EUA) fazem a segurança do mais novo "hotel de refugiados".

Pela compra de favores dos militares e da milícia Interahamwe, Paul consegue manter o hotel a salvo. O Coronel Oliver, interpretado por Nick Note, é um personagem fictício que representa os militares canadenses no comando das forças de paz das Nações Unidas da Missão de Assistência das Nações Unidas para Ruanda (UNAMIR), que tentam proteger vidas mesmo com a falta de tropas.

Um momento de esperança resplandece quando tropas belgas surgem, mas estas têm a única missão de resgatar os estrangeiros, não tendo como objetivo interromper o massacre de tutsis pelos hutus.

Com a saída dos estrangeiros do hotel, Paul inicia negociações com o General Bizimungu (Fana Mokoena) para conseguir proteção policial porém não consegue.

Tentam uma saída para alguns membros, mas entraram numa cilada que quase acabou com a familia de Paul. Na outra tentativa, escoltados pelas forças da Onu cruzam com rebeldes tutsis, e chegam até o campo de refugiados, "mais seguro" e que dali poderiam partir para a Tanzânia.

Paul é Hutu e sua mulher, Tatiana é Tutsi. Ele havia sido treinado na Bélgica para administrar o hotel quatro estrelas Mil Colinas, localizado em Kigali, capital da Ruanda, quando a tensão secular crescente explodiu em uma guerra total. Durante cem dias, perto de um milhão de pessoas morreram baleadas, queimadas ou esquartejadas, num dos massacres mais sangrentos de todos os tempos e que a comunidade internacional fez muito pouco para evitar ou sequer tentar interromper.

Num comportamento que já foi comparado ao episódio tratado em A Lista de Schindler, Paul escondeu na propriedade 1200 Tutsis, entre eles alguns empresários e políticos, que seriam os primeiros alvos dos Hutus.

As informações são da Wikipedia. Ah, vale a pena clicar e saber mais sobre o "Genocídio de Ruanda", linkado no texto acima.